Pense nessas possibilidades: enquanto o empreendedor trabalha remotamente, em outro endereço sua empresa está funcionando a pleno vapor, ou então, várias empresas funcionando em um mesmo espaço, trocando contatos, cooperando e dividindo despesas. Na verdade, esses espaços existem, e já começam a ganhar visibilidade e despontar como tendência no Brasil. Os escritórios virtuais e co-workings, como são conhecidos, se concentram na Região Sudeste e estão a cada dia conquistando mais profissionais liberais e empresas de diferentes portes que desejam reduzir despesas e evitar burocracias na hora de montar um escritório.

“Cada vez mais clientes e fornecedores têm percebido as mudanças e a crescente adesão das empresas e de empreendedores a escritórios mais flexíveis e fluidos. As salas corporativas tradicionais não estão exatamente com os dias contados, mas a tendência no mundo dos negócios tem ido em direção a modelos de trabalho remoto, com uso de espaços convencionais apenas em situações pontuais. Em menos de 48 horas a empresa tem endereço próprio e acesso à estrutura física quando precisar” destaca.

A empresa que Kiki atua, já conta com 250 clientes de escritórios virtuais, e oferece ainda serviços cobrados à parte, como sala de videoconferência, office boy, digitação, impressão, web conferência, serviço de secretariado, entre outros. Para quem deseja apenas o serviço de atendimento telefônico, recebimento de recados e utilização de endereço comercial. O custo médio por mês é R$ 322 uma economia que pode chegar a 70% em relação a um espaço tradicional.

Em meados do ano 2000, já com quase 40 associados, surgia a denominação Escritórios Virtuais. Em sua primeira década, o segmento passou a ser muito difundido, tendo sido reconhecido pelo governo por meio do IBGE e contemplado com uma denominação específica no CNAE que é o código nacional de atividades. O seguimento continuou se expandindo pelo Brasil, e hoje estima-se que são aproximadamente 1.000 centros de negócios.

A partir de 2010, começou a surgir uma nova modalidade, denominada co-working, que consistia em grandes áreas que agrupavam em média 30 a 40 profissionais, compartilhando um mesmo espaço de trabalho.

Há um ano já existe uma empresa que trabalha com o coworking. O formato, que nasceu nos Estados Unidos, ainda não é muito conhecido por aqui, ainda assim, já começa a fazer sucesso uma vez que reduz custos e proporciona contatos profissionais.

O Fluminense – Rio de Janeiro
Fonte: ancev.org

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